Os parceiros dos Caminhos de Fátima tornaram a reunir esta quinta-feira, dia 30 de julho, agora online e com o objetivo de conhecer o programa de financiamento “Crescer com o Turismo” e identificar de que modo o projeto Caminhos de Fátima poderá ser enquadrável.
A apresentação foi feita por Carla Abreu e a moderação por Teresa Ferreira, em representação do Turismo de Portugal, a quem a ACF agradeceu, desde logo, a disponibilidade para concretizar esta ação.
Os participantes tomaram conhecimento das condições do financiamento e tiveram oportunidade de esclarecer questões relacionadas com as candidaturas, elegibilidades, adequação ao projeto Caminhos de Fátima, entre outros. Foi destacada a necessidade e mais valia de uma articulação próxima dos parceiros no desenvolvimento de projetos ligados aos Caminhos de Fátima, bem como apresentada a disponibilidade da ACF e o seu compromisso no sentido de preparar um projeto que possa ser enquadrado nesta linha, como ferramenta para executar as ações estratégicas prioritárias identificadas aquando do Encontro de Parceiros dos Caminhos de Fátima.
“Crescer com o Turismo”
O programa foi lançado pelo Governo de Portugal em fevereiro deste ano, materializado pela Portaria n.º 50/2025/1, de 20 de fevereiro, e é gerido pelo Turismo de Portugal.
Podem candidatar-se, individualmente ou em parceria, entidades públicas, entidades privadas sem fins lucrativos, entidades de economia social, bem como PME (neste caso das empresas, apenas poderão candidatar projetos de inovação social ou integrados em EEC – estratégias de eficiência coletiva aprovadas no âmbito do Portugal 2030).
Atente-se que cada beneficiário apenas pode ter a decorrer no máximo dois projetos do Programa Crescer com o Turismo, do Programa Valorizar, Programa Transformar Turismo ou da Linha + Interior Turismo. Não entram nesta contabilização projetos já concluídos.
São enquadráveis neste financiamento projetos que reforcem a competitividade turística dos territórios, que promovam a gestão inteligente das cidades e dos territórios e/ou de inovação social com valor para o turismo. A taxa de financiamento é de 60%, podendo ser majorada nos casos de enquadramento em territórios de baixa densidade ou numa Estratégia de Eficiência Coletiva, sendo limitada a um montante máximo de 400 mil euros por beneficiário (200 mil euros no caso das empresas).
Uma das condições de elegibilidade dos projetos, no caso do desenvolvimento dos caminhos da fé e, em particular os de Fátima, é que estes estejam reconhecidos pelo Centro Nacional de Cultura (CNC). Cumprem este requisito os seguintes caminhos:
